A segurança da Europa obriga a uma NATO mais forte avisa António Costa
A resposta às ameaças globais exige um alinhamento total entre a União Europeia e a Aliança Atlântica. António Costa, presidente do Conselho Europeu, clarificou esta posição após um encontro estratégi...

A resposta às ameaças globais exige um alinhamento total entre a União Europeia e a Aliança Atlântica. António Costa, presidente do Conselho Europeu, clarificou esta posição após um encontro estratégico com o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, em Bruxelas.
O responsável europeu utilizou as redes sociais para sublinhar que fortalecer a União Europeia significa robustecer a NATO. As duas instituições precisam de operar em perfeita sintonia para garantir a estabilidade militar no continente.
O desafio financeiro na cimeira de Ancara
Estas declarações surgem numa altura de forte pressão diplomática. Faltam poucas semanas para a cimeira de chefes de Estado e de Governo da NATO, agendada para 7 e 8 de julho, na capital turca.
O encontro vai colocar os orçamentos sob o escrutínio direto dos aliados. Há um ano, os líderes comprometeram-se a alocar 5% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional à Defesa até ao ano de 2035.
A reunião na Turquia servirá de barómetro a esta exigente meta financeira. O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mantém a pressão para que a Europa assuma a maior fatia da responsabilidade monetária pela sua própria proteção.
Avaliação europeia avança na próxima semana
Antes do encontro em Ancara, a Europa faz a sua própria avaliação interna. A cimeira do Conselho Europeu, que decorre na próxima semana, tem a Defesa como prioridade absoluta.
Os governantes do bloco vão medir os progressos práticos da sua atual capacidade militar. O objetivo passa por construir uma base de defesa europeia sólida, capaz de trabalhar de forma complementar com a NATO face aos riscos partilhados.





























