O congresso do PSD em Anadia arranca com críticas à imaturidade da oposição
O chumbo da reforma laboral marcou o arranque do 43.º Congresso do PSD em Anadia. Luís Montenegro inaugurou a reunião magna com críticas duras à oposição. O líder social-democrata acusou os adversário...

O chumbo da reforma laboral marcou o arranque do 43.º Congresso do PSD em Anadia. Luís Montenegro inaugurou a reunião magna com críticas duras à oposição. O líder social-democrata acusou os adversários políticos de imaturidade e falta de coragem.
Apesar do revés no Parlamento, o primeiro-ministro afasta em absoluto qualquer cenário de crise política. Classificou a hipótese como um absurdo e garantiu que o Governo recusa ceder a intimidações ou à agitação permanente.
Ataques à aliança da oposição
Os recados subiram de tom durante as intervenções dos governantes. A ministra do Trabalho lamentou que o pacote laboral tenha esbarrado em votos decididos por afrontas pessoais ou pelas tendências do TikTok.
Paulo Rangel também dissecou a votação parlamentar. O dirigente apontou o dedo a uma nova aliança chego-socialista, responsabilizando esta união pelo travão às medidas do Executivo. Já António Leitão Amaro partilhou da mesma indignação e confessou o seu choque direto com a posição de André Ventura.
Novas caras e apelo ao diálogo
A estrutura interna do partido conheceu novidades de peso durante o encontro. Sebastião Bugalho, Carlos Moedas e Pedro Duarte assumem agora as vice-presidências do PSD.
Com os olhos postos nos próximos combates eleitorais, Carlos Moedas traçou logo a meta de conquistar a maioria absoluta em Lisboa no ano de 2029. A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, também subiu ao palanque. Assumiu a sua impopularidade atual, mas destacou que prefere agir com responsabilidade a procurar consensos fáceis.
Hugo Soares encerrou o tema das negociações. O dirigente assegurou que o partido rejeita um congresso de orelhas caídas e prometeu insistir no diálogo constante para chamar o PS e o Chega à razão.



























