O Reino Unido procura um novo primeiro-ministro após a demissão de Keir Starmer
O Partido Trabalhista prepara-se para eleger um novo líder nos próximos meses. Keir Starmer abandonou a chefia do governo britânico e do partido, dois anos após chegar a Downing Street. O rei Carlos I...

O Partido Trabalhista prepara-se para eleger um novo líder nos próximos meses. Keir Starmer abandonou a chefia do governo britânico e do partido, dois anos após chegar a Downing Street. O rei Carlos III já recebeu a comunicação oficial da renúncia.
A decisão surge de uma reflexão sobre as próximas eleições gerais. Starmer assumiu que o partido deseja outro rosto para a próxima ida às urnas.
A pressão interna dita a saída
O líder demissionário escutou os apelos do partido. Aceitou afastar-se do próximo combate eleitoral. Afirmou que sempre tomou decisões para proteger o país. Abdica do cargo para facilitar a transição.
O balanço de dois anos no poder
Starmer usou a declaração final para defender o seu legado. Garantiu que entrega uma economia em crescimento, com salários acima da inflação. Destacou ainda a maior descida nas listas de espera do Serviço Nacional de Saúde (NHS) dos últimos 17 anos.
O mandato ficou marcado pelo maior aumento no orçamento da defesa desde a Guerra Fria. O primeiro-ministro referiu também a redução da chegada de pequenos barcos de imigrantes e o encerramento de hotéis para requerentes de asilo.
O resgate dos trabalhistas
A liderança de Starmer arrancou há seis anos num cenário difícil. Encontrou uma estrutura política sem força. Os críticos previam a morte do partido e descartavam o regresso ao poder.
O político mudou o rumo da organização. Erradicou o antissemitismo interno e garantiu a primeira vitória trabalhista em 14 anos. No plano externo, reconstruiu as relações europeias e manteve o apoio à Ucrânia. A corrida à sucessão em Downing Street arranca em breve.





























