EUA suspendem escolta naval no Estreito de Ormuz após apenas 24 horas
Donald Trump decidiu suspender a operação militar norte-americana que escoltava navios pelo Estreito de Ormuz. A missão, designada "Projeto Liberdade", durou apenas um dia. O presidente dos Estados Un...

Recuo nas tensões com o Irão
Donald Trump decidiu suspender a operação militar norte-americana que escoltava navios pelo Estreito de Ormuz. A missão, designada "Projeto Liberdade", durou apenas um dia. O presidente dos Estados Unidos justifica a decisão com a intenção de negociar um acordo com Teerão.
A medida surge num contexto de elevada tensão na região do Golfo Pérsico, onde o Irão tem exercido controlo sobre uma das vias marítimas mais estratégicas do mundo para o transporte de petróleo.
Pressão sobre a economia iraniana
Trump mantém a linha dura contra o regime iraniano. A administração norte-americana afirma que a economia do Irão "foi destruída" e que pretende agravar ainda mais essa situação. O presidente chegou a advertir que o país será "varrido da face da Terra" caso ataque navios.
Apesar das ameaças, a Casa Branca admite estar disposta ao diálogo. A suspensão temporária da operação militar é vista como um gesto de abertura para conversações.
Conflito alarga-se no Médio Oriente
A situação na região permanece instável. O Irão ameaçou os Emirados Árabes Unidos com uma "resposta esmagadora" e avisou que as embarcações só podem atravessar o Estreito de Ormuz por rotas específicas.
Israel encontra-se em "alerta máximo" depois de os EUA terem intercetado mísseis iranianos. Os Emirados Árabes Unidos confirmaram ataques com mísseis e drones provenientes do Irão.
Impacto na Europa e em Portugal
Os preços do petróleo mantêm-se acima dos 100 dólares por barril, apesar de uma ligeira descida. A União Europeia prepara-se para uma eventual escassez de combustível.
O primeiro-ministro Luís Montenegro, em visita à Alemanha, reafirmou que "Portugal quer garantir a segurança do Estreito de Ormuz". O Brasil ofereceu-se para exportar combustível de aviação para Portugal, caso seja necessário.
O Iraque propôs ajudar nos esforços de mediação entre Washington e Teerão. O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano defende que "não há soluções militares" para o impasse no Estreito de Ormuz.

























