O Boavista trava o leilão do Estádio do Bessa após acordo decisivo com a Sacyr
O Estádio do Bessa pode estar a salvo. O Boavista fechou um acordo com a empresa espanhola Sacyr para adquirir os créditos da insolvência. O clube pediu de imediato a anulação do leilão do património....

O Estádio do Bessa pode estar a salvo. O Boavista fechou um acordo com a empresa espanhola Sacyr para adquirir os créditos da insolvência. O clube pediu de imediato a anulação do leilão do património.
O entendimento trava a venda forçada do complexo desportivo. A direção considera a operação um passo vital para a estabilidade e recuperação financeira institucional.
Fim do leilão e novos passos
Os responsáveis axadrezados já notificaram o tribunal. O clube exige a paragem do leilão em curso e solicita uma assembleia de credores para viabilizar um novo plano de recuperação.
A venda do estádio decorria na plataforma Leilosoc por um valor base de 37,9 milhões de euros. O processo de liquidação avançou devido a dívidas que ultrapassam os 150 milhões de euros.
Com esta jogada, a direção espera devolver o pleno controlo do clube aos sócios. O objetivo principal passa por reafirmar a instituição como um marco histórico do desporto português.
Pressão judicial sobre a SAD
A resolução do problema surge numa fase limite. Há três dias, o Tribunal de Comércio de Vila Nova de Gaia rejeitou o pedido do Boavista para impedir a venda do imobiliário.
A pressão da justiça afeta também o futebol profissional. O mesmo tribunal decretou a liquidação da SAD axadrezada, com efeitos práticos a partir de 31 de maio.
A salvação definitiva da equipa profissional exige agora uma corrida contra o tempo. O cenário de fecho da SAD apenas pode ser revertido se surgirem novos investidores até à data estipulada pelo tribunal.



























