O Irão enfrenta nova escalada após Donald Trump ameaçar destruir central nuclear subterrânea
A tensão atinge um ponto crítico no Médio Oriente. Donald Trump promete atacar a instalação nuclear subterrânea de Pickaxe Mountain. A ameaça surge na sequência da 11.ª noite consecutiva de bombardeam...

A tensão atinge um ponto crítico no Médio Oriente. Donald Trump promete atacar a instalação nuclear subterrânea de Pickaxe Mountain. A ameaça surge na sequência da 11.ª noite consecutiva de bombardeamentos norte-americanos em território iraniano.
O alvo estratégico e a promessa de retaliação
O presidente dos Estados Unidos aponta os mísseis a Pickaxe Mountain. Os serviços secretos suspeitam que o Irão constrói uma unidade não declarada de enriquecimento de urânio neste complexo montanhoso.
Trump garante um ataque iminente e de grande intensidade. O líder norte-americano afirma que os iranianos nada podem fazer para impedir a ofensiva.
A localização da estrutura debaixo de uma montanha dificulta o sucesso de armas convencionais. O Quartel-General Central Khatam al-Anbiya respondeu de imediato às declarações de Washington.
As chefias militares iranianas avisam que um ataque a este complexo significa o alastramento da guerra. Teerão promete retaliar contra todos os interesses dos Estados Unidos e dos respetivos aliados.
Onze noites de fogo intenso
A mais recente vaga de bombardeamentos ativou as defesas antiaéreas na capital iraniana. A ofensiva atingiu múltiplos pontos estratégicos durante a madrugada de quarta-feira.
Moradores relataram explosões na cidade de Tabriz e nos portos de Chabahar e Konarak. A cidade de Bushehr, que alberga a única central nuclear ativa do país, também registou impactos.
As forças norte-americanas destroem de forma sistemática a capacidade militar do adversário. O Comando Central dos EUA (Centcom) confirma ataques a centros de operações, hangares de aviação, armazéns de drones e bases logísticas.
A disputa pelo Estreito de Ormuz
O colapso do frágil cessar-fogo tem origem na luta pelo controlo das rotas marítimas. O Centcom justifica as ações com a urgência de travar as ameaças à navegação comercial no Estreito de Ormuz.
Washington acusa as forças iranianas de atacarem mais de trinta navios mercantes nos últimos três meses. O governo norte-americano sublinha que as investidas colocam em risco centenas de marinheiros inocentes e comprometem a liberdade de circulação internacional.
Aviso estendido aos Houthis
Donald Trump aproveitou o momento para alargar os avisos a outras frentes de combate. O presidente ameaça neutralizar os rebeldes houthis no Iémen.
O grupo militante apoiado por Teerão enfrenta retaliações diretas caso concretize a promessa de bloquear portos estratégicos na região.





























