Ministro da Presidência trava fusão nos media públicos mas impulsiona partilha de recursos
O ministro da Presidência rejeitou em absoluto o cenário de fusão das empresas públicas de media durante uma audição na Assembleia da República. O governante clarificou o rumo do setor e traçou as lin...

O ministro da Presidência rejeitou em absoluto o cenário de fusão das empresas públicas de media durante uma audição na Assembleia da República. O governante clarificou o rumo do setor e traçou as linhas de um novo plano de cooperação.
Apesar de afastar qualquer união estrutural, o executivo confirmou o arranque de um projeto conjunto. As duas entidades preparam-se para partilhar instalações e recursos logísticos, com uma aposta clara no espaço regional e internacional.
Respeito pela autonomia
O Governo assume que estimulou esta aproximação. Ainda assim, o responsável nega qualquer interferência direta na gestão do processo e garante a proteção total da autonomia das duas empresas públicas.
Expansão do serviço público
A estratégia de partilha persegue metas operacionais claras. As administrações procuram aumentar a eficiência das atividades diárias e expandir o alcance territorial do serviço público de comunicação social.





























