UGT aguarda fim das negociações antes de decidir greve geral
A União Geral de Trabalhadores admite convocar uma greve geral, mas condiciona a decisão ao desfecho das conversações em curso na concertação social.

Central sindical não descarta paralisação nacional
A União Geral de Trabalhadores admite convocar uma greve geral, mas condiciona a decisão ao desfecho das conversações em curso na concertação social.
Negociações em primeiro lugar
A central sindical quer esgotar todas as vias de diálogo com o Governo e os parceiros sociais antes de partir para medidas mais drásticas. A posição foi assumida publicamente pela UGT, que mantém em aberto a possibilidade de paralisação caso as reivindicações dos trabalhadores não sejam atendidas.
A decisão final sobre a greve geral ficará suspensa até que as reuniões da concertação social cheguem ao fim. Só então a UGT avaliará os resultados obtidos e definirá os próximos passos na defesa dos direitos laborais.
Estratégia de pressão moderada
Ao adiar o anúncio de uma eventual greve, a UGT adopta uma postura de pressão calculada. A central sindical procura demonstrar disponibilidade para negociar, mas deixa claro que não hesitará em mobilizar os trabalhadores se os resultados das conversações forem insatisfatórios.
Esta não seria a primeira greve geral convocada pela UGT. A central já recorreu a esta forma de protesto em momentos de impasse nas relações entre trabalhadores, patrões e Governo.



























