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POLITICA

UGT recusa pressões sobre reforma laboral durante celebrações do 1.º de Maio

A União Geral de Trabalhadores (UGT) utilizou as celebrações do 1.º de Maio no Jamor para expressar a sua posição firme relativamente à reforma da legislação laboral. O secretário-geral da central sin...

UGT recusa pressões sobre reforma laboral durante celebrações do 1.º de Maio
Panoramas — Imagem Ilustrativa

Sindicato marca posição no Dia do Trabalhador

A União Geral de Trabalhadores (UGT) utilizou as celebrações do 1.º de Maio no Jamor para expressar a sua posição firme relativamente à reforma da legislação laboral. O secretário-geral da central sindical deixou claro que a organização não cederá a pressões externas.

Mário Mourão rejeita tentativas de responsabilização

Mário Mourão afirmou que a UGT não aceita ultimatos nem chantagens de quem pretende atribuir-lhe culpas caso a Lei Laboral não seja aprovada. A declaração foi feita durante o evento que juntou trabalhadores no complexo desportivo.

Celebração com protesto no Jamor

A central sindical optou por transformar a festa do Dia do Trabalhador numa plataforma de contestação. O formato permitiu aliar a celebração tradicional da data com a manifestação de descontentamento face às tentativas de pressão sobre a posição da UGT relativamente às alterações laborais em discussão.

A UGT mantém assim a sua autonomia na negociação, recusando ser instrumentalizada no processo de aprovação ou rejeição das mudanças propostas para a legislação que regula as relações de trabalho em Portugal.

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