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PORTUGAL

Exames nacionais com notas em suspenso não afetam entrada na universidade

Os alunos com notas retidas nos exames nacionais não vão sair prejudicados na candidatura ao Ensino Superior. O Ministério da Educação assegura que qualquer falha alheia aos estudantes tem salvaguarda...

Exames nacionais com notas em suspenso não afetam entrada na universidade
Panoramas — Imagem Ilustrativa

Os alunos com notas retidas nos exames nacionais não vão sair prejudicados na candidatura ao Ensino Superior. O Ministério da Educação assegura que qualquer falha alheia aos estudantes tem salvaguarda legal.

Notas retidas exigem dados das escolas

O Governo não revela o número exato de casos, mas confirma que várias classificações mantêm a menção de "suspenso". A plataforma EduQA notifica hoje os estabelecimentos de ensino sobre estas situações.

A resolução definitiva destes processos depende agora de informações adicionais que as direções escolares têm de enviar à tutela.

Acesso à universidade garantido

O regulamento de acesso ao Ensino Superior protege os candidatos perante atrasos. Se a alteração de uma nota ocorrer já depois do prazo normal de candidatura, os alunos ganham um tempo extra.

Nestas situações específicas, os estudantes recebem três dias adicionais para submeter ou alterar as opções na plataforma oficial.

Provas já disponíveis em formato digital

A versão final do sistema informático está ativa desde o início da manhã. A plataforma permite aceder às provas em formato PDF, com a respetiva classificação detalhada por cada questão.

As escolas já receberam as orientações necessárias para reencaminhar estes documentos de avaliação aos alunos e aos encarregados de educação.

Ministério pede desculpa e reúne com parceiros

O Governo assume as falhas de todo o processo. Num comunicado oficial, o Ministério expressa desculpas formais aos alunos, famílias, professores e diretores pelos transtornos causados.

O ministro Fernando Alexandre passou a tarde reunido com os principais representantes do setor. O encontro juntou o Conselho das Escolas, associações de diretores (ANDE e ANDAEP), estruturas de pais (Confap) e representantes do ensino particular (AEEP) para analisar a crise.

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