Hospitais do Algarve retêm macas por falta de camas para casos sociais
As corporações de bombeiros e os autarcas algarvios alertam para um bloqueio grave nas urgências. As ambulâncias chegam aos hospitais da região e não conseguem libertar as macas.

As corporações de bombeiros e os autarcas algarvios alertam para um bloqueio grave nas urgências. As ambulâncias chegam aos hospitais da região e não conseguem libertar as macas.
A raiz do problema está na sobrelotação das enfermarias. Várias camas continuam ocupadas por doentes com alta clínica que aguardam por uma integração numa instituição ou por apoio familiar.
O impacto no socorro pré-hospitalar
Estes casos sociais impedem o internamento imediato de novos doentes. O bloqueio cria um efeito dominó que prejudica o socorro na região, pois as equipas de emergência ficam presas nas unidades de saúde à espera de material.
ULS rejeita cenário de crise
As autoridades locais exigem soluções rápidas para libertar os meios de socorro. No entanto, a administração da Unidade Local de Saúde (ULS) do Algarve desvaloriza os avisos e classifica as denúncias como alarmismo.





























