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Kiev sofre um dos maiores ataques russos da guerra com um morto e 16 feridos

A pressão sobre a defesa aérea da Ucrânia atinge um ponto crítico. As forças russas lançaram esta noite um dos ataques mais intensos contra a capital desde o início da invasão, resultando num morto e ...

Kiev sofre um dos maiores ataques russos da guerra com um morto e 16 feridos
Panoramas — Imagem Ilustrativa

A pressão sobre a defesa aérea da Ucrânia atinge um ponto crítico. As forças russas lançaram esta noite um dos ataques mais intensos contra a capital desde o início da invasão, resultando num morto e 16 feridos.

Edifícios residenciais e infraestruturas sofreram danos severos. O impacto das explosões e a queda de destroços desencadearam incêndios em diversas zonas de Kiev, obrigando a uma rápida intervenção das equipas de resgate.

Ofensiva massiva com mísseis e drones

Volodymyr Zelensky confirmou o disparo de mais de 40 mísseis, direcionados na sua maioria à capital. A operação noturna de Moscovo envolveu ainda o lançamento de 120 drones contra várias regiões do território ucraniano.

O balanço semanal agrava o cenário de destruição. O presidente ucraniano calcula que a Rússia tenha utilizado cerca de 1.450 drones de ataque, 1.640 bombas guiadas e 99 mísseis nos últimos sete dias. A ofensiva alargou-se a áreas como Odessa, Zaporíjia, Sumi e Chernihiv.

Defesas ucranianas no limite

O exército ucraniano debate-se com a escassez de intercetores essenciais para travar os mísseis balísticos inimigos. Face ao rápido esgotamento das munições, Zelensky reforçou os apelos aos aliados internacionais para acelerarem a entrega de novos sistemas de defesa antiaérea.

Esta escalada de violência surge na sequência de uma manobra de retaliação. Na véspera, as tropas de Kiev bombardearam centros logísticos na Rússia, instalados para fins militares, numa operação que causou a morte a pelo menos oito pessoas.

O conflito mais mortífero na Europa

A invasão militar russa arrancou em fevereiro de 2022. A liderança de Moscovo justificou o avanço bélico com a necessidade de desmilitarizar a Ucrânia, nação que declarou independência da esfera soviética em 1991.

Após mais de três anos de combates contínuos, a guerra continua a acumular perdas humanas e materiais diárias. A comunidade internacional considera este o confronto armado mais devastador no continente europeu desde o fim da Segunda Guerra Mundial.

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