Desminagem do estreito de Ormuz domina agenda de Trump na cimeira do G7
A reabertura e desminagem do estreito de Ormuz lideram as prioridades globais. Donald Trump vai focar-se neste dossiê durante a cimeira do G7, que arranca na próxima semana na cidade francesa de Évian...

A reabertura e desminagem do estreito de Ormuz lideram as prioridades globais. Donald Trump vai focar-se neste dossiê durante a cimeira do G7, que arranca na próxima semana na cidade francesa de Évian.
França e Reino Unido partilham a urgência norte-americana em desimpedir esta rota crucial para o comércio mundial de hidrocarbonetos. A conjugação de esforços acontece nas vésperas da assinatura de um acordo de paz histórico.
O fim do conflito com o Irão
O tratado de paz entre os Estados Unidos, Israel e o Irão pode avançar nos próximos dias. O Paquistão assumiu a mediação das negociações para travar uma guerra com profundo impacto na economia mundial.
A diplomacia concentrou-se em cessar as hostilidades. A questão do programa nuclear iraniano ficou fora das conversações atuais, segundo Esmail Baghai, representante da diplomacia de Teerão.
Maratona diplomática de Trump
A viagem presidencial arranca na madrugada de segunda-feira, logo após uma noite de combates do UFC nos jardins da Casa Branca. Emmanuel Macron recebe Donald Trump à chegada para um encontro bilateral.
O Presidente dos Estados Unidos tem vários encontros planeados para consolidar a paz. A agenda inclui reuniões com o Presidente do Egito, Abdel Fattah El-Sisi, e com os líderes do Qatar e dos Emirados Árabes Unidos.
Trump vai ainda reunir-se com o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi. Um encontro com Volodymyr Zelensky continua por confirmar, marcando o primeiro possível frente a frente desde dezembro de 2025.
Retaliações e impacto económico
A crise militar rebentou a 28 de fevereiro. Os Estados Unidos e Israel atacaram o Irão para travar o enriquecimento de urânio.
Teerão retaliou de imediato. As forças iranianas encerraram o estreito de Ormuz e lançaram ataques contra alvos israelitas e bases civis ou militares na Arábia Saudita, Qatar, Jordânia e Iraque.
Simbolismo em Versalhes
A cimeira do G7 termina com um jantar de Estado no Palácio de Versalhes. Emmanuel Macron organiza o evento para assinalar os 250 anos da independência dos Estados Unidos.
A escolha do local carrega um forte peso histórico. Foi em Versalhes que as duas nações assinaram o tratado de 1783, que reconheceu formalmente a independência norte-americana.





























