Calor extremo em Portugal causa 125 mortes em excesso e agrava risco de incêndios
Ondas de calor que atingiram Portugal nos meses de junho e julho resultaram em 125 mortes acima da média. Este número representa o excesso de mortalidade associado às altas temperaturas, embora o valo...

Ondas de calor que atingiram Portugal nos meses de junho e julho resultaram em 125 mortes acima da média. Este número representa o excesso de mortalidade associado às altas temperaturas, embora o valor registado fique abaixo das estimativas iniciais.
Como se avalia o impacto do clima
O Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) avalia o efeito direto das temperaturas na saúde pública. Os especialistas calculam a mortalidade em excesso ao comparar o número diário de óbitos com o histórico estatístico de anos anteriores.
A equipa do INSA encontra-se a processar os dados das últimas semanas. Os resultados permitem às autoridades de saúde compreender a vulnerabilidade da população e adaptar as respostas de emergência médica.
Alerta de incêndio no interior
As previsões meteorológicas indicam valores acima do normal até meados de agosto. Espanha enfrenta avisos severos devido aos termómetros elevados, mas Portugal não apresenta para já sinais de uma nova vaga de calor extremo.
O tempo seco e quente mantém a ameaça elevada nas florestas. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou cerca de 50 concelhos em perigo máximo de incêndio rural. O alerta abrange diversos municípios nos distritos de Vila Real, Viseu, Bragança, Guarda, Santarém, Portalegre, Castelo Branco e Faro.





























