PORTUGALTragédia no Alqueva dita acusação de homicídio a piloto e empresa de balões
A morte de um passageiro durante um voo de balão de ar quente levou o Ministério Público a deduzir acusação por homicídio por negligência. O processo criminal visa o piloto da aeronave, a empresa resp...
Por Redação Panoramas
10 de maio de 2026•Leitura de 1 min
A morte de um passageiro durante um voo de balão de ar quente levou o Ministério Público a deduzir acusação por homicídio por negligência. O processo criminal visa o piloto da aeronave, a empresa responsável pela atividade e o respetivo proprietário.
Pânico na aterragem
O acidente fatal aconteceu em abril de 2024. Durante um passeio turístico sobre a albufeira do Alqueva, o piloto não conseguiu concluir a manobra de aterragem em segurança. Perante a perda de controlo e o pânico a bordo, deu ordem de salto aos ocupantes do cesto, instruindo-os a agarrarem as cordas exteriores do balão.
Salto fatal para as águas
Um dos passageiros cumpriu a indicação do comandante e saltou. O homem acabou por cair nas águas do Alqueva e morreu afogado antes da chegada do socorro.
Justiça apura responsabilidades
A investigação apurou falhas de segurança graves. O Ministério Público concluiu que existiu negligência clara, responsabilizando agora judicialmente quem operava o balão, quem organizou o passeio turístico e o dono da própria empresa.