Portugal avança com colheita de órgãos após morte cardiorrespiratória
O número de órgãos e tecidos disponíveis para transplante em Portugal deve crescer cerca de 20% a curto prazo. Quatro hospitais nacionais preparam-se para arrancar com um programa piloto destinado a c...

O número de órgãos e tecidos disponíveis para transplante em Portugal deve crescer cerca de 20% a curto prazo. Quatro hospitais nacionais preparam-se para arrancar com um programa piloto destinado a combater a atual falta de dadores.
Novas regras nos Cuidados Intensivos
A grande mudança foca-se nos doentes internados nestas unidades de saúde. A partir de agora, as equipas médicas podem avançar com a colheita de órgãos em casos de morte cardiorrespiratória.
Até à data, o sistema de saúde português limitava a prática em exclusivo aos quadros clínicos de morte cerebral. A alteração dos critérios procura dar uma resposta célere e eficaz à lista de espera nacional.
Expansão da rede de dádiva
Os especialistas encaram o alargamento das condições de doação como uma medida vital. Ao autorizar o aproveitamento de órgãos após a paragem definitiva do coração e da respiração, os hospitais maximizam as hipóteses de sobrevivência para milhares de doentes. A fase de testes nas quatro unidades vai avaliar a implementação prática desta nova diretriz médica.



























