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DESPORTO

Rui Rodrigues conquista presidência do Vitória de Guimarães por apenas dois votos

Rui Rodrigues é o novo presidente do Vitória de Guimarães para o triénio 2026-2029. O empresário e contabilista de 47 anos venceu as eleições mais disputadas da história recente do clube minhoto.

Rui Rodrigues conquista presidência do Vitória de Guimarães por apenas dois votos
Panoramas — Imagem Ilustrativa

Rui Rodrigues é o novo presidente do Vitória de Guimarães para o triénio 2026-2029. O empresário e contabilista de 47 anos venceu as eleições mais disputadas da história recente do clube minhoto.

Apenas dois votos separaram o grande vencedor do segundo classificado. Rui Rodrigues, líder da Lista D, somou 2.028 votos. Viriato Sampaio, candidato pela Lista C, ficou imediatamente atrás com 2.026 votos.

A concorrência incluiu ainda Belmiro Pinto dos Santos, da Lista A, que garantiu 1.327 votos. Júlio Vieira de Castro, da Lista B, encerrou as contas com 1.092 preferências. Os sócios depositaram também 148 votos em branco e 21 nulos.

Maior mobilização nas urnas

O Pavilhão Desportivo Unidade Vimaranense recebeu 6.642 associados ao longo do escrutínio. Esta forte afluência representa 48,8% dos sócios elegíveis. Os números superam o anterior ato eleitoral de março de 2025, ganho por António Miguel Cardoso.

A antecipação das eleições aconteceu devido à demissão de Cardoso. O antigo líder oficializou a saída em abril, fechando um ciclo de quatro anos à frente dos destinos da instituição.

Experiência diretiva e mudança de regras

O novo presidente conhece bem a realidade interna do emblema vimaranense. Rui Rodrigues exerceu o cargo de vice-presidente do Conselho Fiscal entre 2022 e 2024. Posteriormente, assumiu a vice-presidência na própria direção de António Miguel Cardoso.

Após a divulgação dos resultados, João Henrique Faria, presidente da Mesa da Assembleia Geral, assumiu uma necessidade premente. O responsável defende a revisão dos estatutos do Vitória de Guimarães a curto prazo.

A introdução de uma segunda volta surge como a principal prioridade. A regra atual permite eleger um presidente com cerca de 30% dos votos, sem exigir maioria absoluta na primeira ida às urnas.

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