A operadora NOS eleva os lucros para 128 milhões com impulso do setor empresarial e tecnológico
A operadora de telecomunicações NOS fechou o primeiro semestre com um resultado líquido de 128,1 milhões de euros. Este valor representa uma subida de 13,7% face ao mesmo período do ano anterior. A em...

A operadora de telecomunicações NOS fechou o primeiro semestre com um resultado líquido de 128,1 milhões de euros. Este valor representa uma subida de 13,7% face ao mesmo período do ano anterior. A empresa liderada por Miguel Almeida contornou a forte pressão do mercado de consumo através do crescimento sustentado nas áreas de tecnologias de informação (TI) e no segmento corporativo.
O peso do setor empresarial e tecnológico
A receita consolidada atingiu 918,5 milhões de euros, o que traduz um ligeiro aumento de 1%. As vendas globais em telecomunicações estabilizaram nos 782,2 milhões de euros.
O destaque pertence ao segmento empresarial, que avançou 3%. A unidade de TI, que junta a operação da NOS e da Claranet Portugal, disparou 13,4% para 103,5 milhões de euros. A venda de licenças e equipamentos impulsionou estes números, compensando a quebra sentida no mercado grossista.
Eficiência gerada pela inteligência artificial
O lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (EBITDA) melhorou 2,3% e fixou-se nos 409,3 milhões de euros. A integração de ferramentas de inteligência artificial revelou-se determinante na operação da empresa.
A tecnologia otimizou dinâmicas internas em diversas áreas críticas. O presidente executivo destaca que a automatização gera ganhos claros de produtividade. Esta estratégia sustenta a expansão da margem financeira num contexto onde a concorrência no mercado retalhista se mantém bastante agressiva.
Expansão móvel e sucesso nas bilheteiras
A base de subscritores acompanhou o ritmo dos resultados financeiros. A empresa angariou mais 229,2 mil serviços durante a primeira metade do ano. A rede móvel liderou a tabela de adesões, ao somar 206,1 mil novos contratos e elevar o parque total para quase 5,8 milhões.
O negócio do cinema e audiovisuais também entregou contas sólidas. As receitas da divisão cresceram 3,2% para 50,5 milhões de euros. A maior afluência às salas, motivada por grandes êxitos de bilheteira, reforçou a posição do grupo no panorama do entretenimento nacional.



























