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Kiev regista nove mortos após violento ataque noturno com mísseis russos

A capital ucraniana enfrentou mais uma madrugada de terror. Os serviços de emergência confirmaram a morte de nove pessoas após um intenso ataque russo com mísseis balísticos. O balanço inicial apontav...

Kiev regista nove mortos após violento ataque noturno com mísseis russos
Panoramas — Imagem Ilustrativa

A capital ucraniana enfrentou mais uma madrugada de terror. Os serviços de emergência confirmaram a morte de nove pessoas após um intenso ataque russo com mísseis balísticos. O balanço inicial apontava para três vítimas mortais, mas os números trágicos subiram rapidamente.

Destruição no distrito de Solomiansky

O impacto direto dos armamentos provocou um incêndio num edifício de seis andares em Solomiansky. As equipas de socorro contabilizam 23 feridos, entre os quais duas crianças. A administração militar mantém o alerta máximo e apela à população que permaneça nos abrigos, avisando que a ameaça de novos lançamentos continua elevada.

Vítimas multiplicam-se na Ucrânia

A violência não se limitou à capital. Na noite anterior, oito pessoas perderam a vida nos arredores de Kryvyi Rig. Seis destas vítimas pertenciam à mesma família. Outros bombardeamentos mortíferos causaram ainda mais duas vítimas entre Kiev e Poltava.

A urgência dos sistemas Patriot

Moscovo intensificou os bombardeamentos balísticos nas últimas semanas. Kiev depara-se com graves dificuldades para travar as ameaças devido à falta de defesas Patriot. As reservas de intercetores PAC-3 diminuíram de forma drástica desde os conflitos de fevereiro envolvendo os Estados Unidos, Israel e o Irão.

Negociações tensas na Casa Branca

Volodymyr Zelensky procura agora autorização para fabricar os intercetores em solo ucraniano. O líder ucraniano deslocou-se a Washington para tentar fechar o acordo com Donald Trump. O líder norte-americano hesita, no entanto, em avançar. Em declarações ao Financial Times, Trump destacou o forte poder deste armamento e confirmou que a aprovação final permanece em discussão.

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