Teerão na mira de Trump com ameaça de ataques a pontes e centrais energéticas
O presidente norte-americano garantiu que qualquer investida iraniana contra embarcações no Estreito de Ormuz terá uma resposta drástica. Através da rede Truth Social, Donald Trump assegurou que os Es...

O presidente norte-americano garantiu que qualquer investida iraniana contra embarcações no Estreito de Ormuz terá uma resposta drástica. Através da rede Truth Social, Donald Trump assegurou que os Estados Unidos vão bombardear infraestruturas vitais, incluindo pontes e centrais energéticas perto ou dentro da capital do Irão.
A declaração surgiu durante a deslocação do chefe de Estado à base aérea de Dover, no Delaware. O objetivo da viagem centrou-se na receção dos restos mortais de três militares norte-americanos.
Estes soldados perderam a vida em recentes ataques iranianos contra instalações dos Estados Unidos no Golfo Pérsico.
Homenagem aos militares e aviso nuclear
Donald Trump classificou os militares caídos como grandes heróis. O líder norte-americano sublinhou a urgência de travar as ambições nucleares da República Islâmica.
A cerimónia militar assinalou a chegada dos corpos de um soldado abatido no Iraque e de outros dois mortos na Jordânia. As Forças Armadas confirmam ainda a existência de um militar desaparecido na sequência destes confrontos.
A resposta de Washington mantém-se dura desde o reinício das hostilidades a 7 de julho. As forças norte-americanas conduzem bombardeamentos contínuos em território iraniano.
Em contrapartida, as forças de Teerão mantêm o foco nas bases dos Estados Unidos situadas no Golfo.
Custos da guerra e impacto interno
O conflito no Médio Oriente regista reflexos diretos na economia. O preço do petróleo disparou e agravou o custo de vida nos Estados Unidos.
Apesar da inflação e da aproximação das eleições intercalares de novembro, o presidente desvaloriza a impopularidade do conflito. Trump argumenta que os cidadãos rejeitam os combustíveis caros, mas apoiam a intervenção militar.
A fatura da guerra pesa cada vez mais nos cofres públicos. O secretário da Defesa, Pete Hegseth, revelou ao Comité do Orçamento que o embate com o Irão já consumiu 37,5 mil milhões de dólares.

























