Agualva-Cacém aguarda respostas sobre o acidente mortal com autocarro da Carris
Três semanas após a tragédia, as causas do acidente com um autocarro da Carris Metropolitana em Agualva-Cacém continuam por apurar. A Polícia de Segurança Pública (PSP) mantém a investigação aberta.

Três semanas após a tragédia, as causas do acidente com um autocarro da Carris Metropolitana em Agualva-Cacém continuam por apurar. A Polícia de Segurança Pública (PSP) mantém a investigação aberta.
O desastre no concelho de Sintra resultou em duas vítimas mortais e provocou 22 feridos. As autoridades procuram agora perceber os motivos exatos do sinistro.
Primeira reação oficial
Os Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML), entidade que gere a Carris Metropolitana, abordaram o tema pela primeira vez. Carlos Humberto de Carvalho, presidente da empresa, prestou declarações à Antena 1.
O responsável recusou avançar pormenores. A justificação prende-se com o decorrer das investigações oficiais. Carlos Humberto de Carvalho sublinha que a TML não se deve pronunciar enquanto o processo policial estiver em desenvolvimento.
As famílias das vítimas e a população aguardam as conclusões do inquérito para compreenderem o sucedido.




























