Quatro polícias do caso das esquadras do Rato e Bairro Alto podem ir para prisão preventiva
O Ministério Público requereu prisão preventiva para quatro dos 14 polícias envolvidos no caso das alegadas torturas nas esquadras do Rato e do Bairro Alto. Entre os visados está um chefe da PSP.

MP exige medidas de coacção rigorosas para agentes suspeitos de tortura
O Ministério Público requereu prisão preventiva para quatro dos 14 polícias envolvidos no caso das alegadas torturas nas esquadras do Rato e do Bairro Alto. Entre os visados está um chefe da PSP.
Para outros três agentes, a procuradoria pediu prisão domiciliária como medida de coacção.
Tribunal decide na segunda-feira
As medidas de coacção a aplicar aos 14 suspeitos serão conhecidas na próxima segunda-feira, após a análise do juiz de instrução criminal.
O processo investiga práticas de tortura alegadamente cometidas por elementos da Polícia de Segurança Pública nas duas esquadras lisboetas. O caso ganhou dimensão pública após denúncias de vítimas que relataram agressões e tratamentos degradantes durante detenções.
A gravidade das acusações levou o MP a pedir as medidas mais severas para quatro dos arguidos, incluindo a detenção preventiva de um superior hierárquico, o que reforça a tese de um possível padrão de actuação coordenada.





























