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SAUDE

Doentes cardíacos esperam mais de um ano por válvula vital

A falta de resposta atempada está a condenar utentes com doenças cardíacas graves. A espera pela colocação de válvulas percutâneas, conhecidas como TAVI, ultrapassa agora os 12 meses.

Doentes cardíacos esperam mais de um ano por válvula vital
Panoramas — Imagem Ilustrativa

A falta de resposta atempada está a condenar utentes com doenças cardíacas graves. A espera pela colocação de válvulas percutâneas, conhecidas como TAVI, ultrapassa agora os 12 meses.

Única via de sobrevivência

Esta intervenção representa a última esperança para doentes inoperáveis. Sem critérios clínicos para enfrentar uma cirurgia tradicional, estas pessoas dependem exclusivamente do procedimento percutâneo para sobreviver.

Os atrasos geram consequências fatais. A demora traduz-se no agravamento da incapacidade e, em muitos casos, na morte precoce dos utentes.

Obstáculos nos diagnósticos

O problema começa antes mesmo do tratamento. A lentidão na marcação de exames impede que muitos doentes entrem na lista de espera oficial para receber a válvula.

Esta falha no sistema de saúde deixa os pacientes num vazio clínico. Sem diagnóstico rápido, perdem o acesso imediato à intervenção que lhes pode salvar a vida.

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