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SAUDE

Hantavírus num voo com tripulação portuguesa não gerou risco de contágio

A Direção-Geral da Saúde (DGS) descartou qualquer perigo de contágio após o transporte de um doente com hantavírus. A operação envolveu um cidadão do Canadá e uma tripulação portuguesa.

Hantavírus num voo com tripulação portuguesa não gerou risco de contágio
Panoramas — Imagem Ilustrativa

A Direção-Geral da Saúde (DGS) descartou qualquer perigo de contágio após o transporte de um doente com hantavírus. A operação envolveu um cidadão do Canadá e uma tripulação portuguesa.

Transporte em segurança

O doente canadiano necessitou de regressar ao seu país de origem. Uma equipa de aviação portuguesa assumiu a responsabilidade do voo de repatriamento.

As autoridades acompanharam o caso de forma rigorosa. A DGS confirmou que não encontrou qualquer evidência de transmissão secundária do vírus durante a viagem. Os profissionais portugueses encontram-se em total segurança.

Vigilância de saúde

O hantavírus afeta o sistema respiratório e transmite-se, por norma, através da inalação de partículas oriundas de roedores infetados. A transmissão direta entre humanos é extremamente rara.

Este fator explica a ausência de casos secundários durante a operação. As equipas de saúde mantêm os protocolos normais de vigilância, sem necessidade de aplicar medidas excecionais à tripulação nacional.

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