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POLITICA

Polícia Judiciária investiga assalto e roubo de documentos no gabinete de André Ventura

A Unidade Nacional Contraterrorismo da Polícia Judiciária assumiu as investigações ao assalto no gabinete de André Ventura. O líder do Chega reportou o roubo de informação política sensível do seu esp...

Polícia Judiciária investiga assalto e roubo de documentos no gabinete de André Ventura
Panoramas — Imagem Ilustrativa

A Unidade Nacional Contraterrorismo da Polícia Judiciária assumiu as investigações ao assalto no gabinete de André Ventura. O líder do Chega reportou o roubo de informação política sensível do seu espaço de trabalho na Assembleia da República.

Ação rápida da segurança

Os serviços do Parlamento isolaram o local mal detetaram o incidente. A equipa alertou logo as autoridades para preservar as provas materiais e impedir a contaminação do espaço.

O presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, está a monitorizar a situação. A instituição assegurou cooperação total com os inspetores para apurar os factos.

Ficheiros políticos roubados

André Ventura denunciou a invasão nas redes sociais e clarificou a situação perante os jornalistas. Os intrusos vandalizaram a sala e levaram pastas com documentos e pens de memória.

O material furtado inclui dados com mais de um ano sobre o gabinete do primeiro-ministro. Desapareceram também ficheiros sobre a comissão de inquérito que o Chega quer instaurar a Luís Neves, atual diretor nacional da PJ.

Clima de intimidação

O líder partidário rejeitou qualquer cenário de encenação. Para o deputado, o assalto representa uma tentativa clara de intimidação e condicionamento político.

Ventura relacionou o ataque com afirmações públicas feitas na passada sexta-feira. Nessa data, revelou ter na sua posse documentos comprometedores sobre o atual ministro da Administração Interna, adensando as suspeitas em torno do assalto.

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