O comércio em Portugal tem um novo líder que promete diálogo mas deixa avisos ao Governo
Gustavo Paulo Duarte tomou posse como presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) para o quadriénio 2026-2029. O líder aproveitou a cerimónia para enviar um recado direto ao pr...

Gustavo Paulo Duarte tomou posse como presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) para o quadriénio 2026-2029. O líder aproveitou a cerimónia para enviar um recado direto ao primeiro-ministro, presente na plateia.
A confederação promete colaboração total para encontrar soluções e agregar valor à economia nacional. No entanto, a nova direção garante uma postura reativa e combativa sempre que as políticas do Governo exigirem uma defesa firme do setor.
O papel central dos serviços
A nova etapa da CCP foca-se na continuidade do trabalho desenvolvido e na aplicação de ações concretas. O antigo presidente da Antram afasta a ideia de uma rotura, preferindo focar os esforços na modernização da estratégia da instituição.
O novo líder reconhece a indústria como o motor da transformação económica. Contudo, exige que o comércio e os serviços assumam um papel de destaque e complementar no crescimento do país, operando lado a lado com o turismo e a agricultura.
A despedida de João Vieira Lopes
A cerimónia oficializou o fim de uma era de 25 anos na direção da CCP. Ausente do país, João Vieira Lopes enviou uma mensagem escrita onde apela à inovação contínua da estrutura para enfrentar as atuais incertezas do mercado global.
Gustavo Paulo Duarte enalteceu a capacidade do antecessor em gerar consensos. A postura calma e o conhecimento técnico demonstrados na Concertação Social servem agora de base para a nova liderança valorizar as empresas portuguesas.





























