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POLITICA

O congresso do PSD em Sangalhos consagra Montenegro e desvaloriza a ausência de Passos Coelho

Luís Montenegro sobe ao palco do Velódromo Nacional de Sangalhos para apresentar a sua estratégia global. O líder social-democrata mantém a recusa firme a qualquer entendimento com o Chega e rejeita c...

O congresso do PSD em Sangalhos consagra Montenegro e desvaloriza a ausência de Passos Coelho
Panoramas — Imagem Ilustrativa

Luís Montenegro sobe ao palco do Velódromo Nacional de Sangalhos para apresentar a sua estratégia global. O líder social-democrata mantém a recusa firme a qualquer entendimento com o Chega e rejeita cenários de bloco central com o Partido Socialista. Esta clarificação dita o rumo do partido para os próximos dois anos.

A reunião magna arranca na manhã deste sábado no concelho de Anadia. Montenegro avança como candidato único à presidência, após garantir 95% dos votos nas eleições internas. O foco passa agora por mobilizar as bases de apoio ao Governo da Aliança Democrática.

Um partido centrado no país

Hugo Soares antecipa um encontro virado para os problemas reais dos portugueses. O dirigente afasta um cenário de meros elogios à liderança e sublinha que o eleitorado procura soluções concretas para o quotidiano.

A missão dos militantes ganha novos contornos nesta fase política. A base do partido deve assumir a responsabilidade de explicar e apoiar as medidas em curso no Executivo. O objetivo é garantir que a mensagem do Governo chega de forma clara à população.

A resposta às críticas

A ausência de Pedro Passos Coelho promete ser um dos pontos mais notados do fim de semana. O cenário contrasta com as presenças habituais de figuras históricas como Cavaco Silva ou Marques Mendes. O antigo primeiro-ministro tem criticado a atual governação, exigindo maior ritmo e reformas estruturais.

A direção do partido desvaloriza as tensões e assegura que as portas estão abertas. Hugo Soares frisa que seria impensável um antigo líder não ser bem-vindo ao encontro nacional. O dirigente reforça que figuras com responsabilidades passadas terão sempre lugar de destaque nas reuniões magnas.

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