Grupo Armilar Lusitano representa a maior ameaça armada em Portugal desde as FP-25
O Ministério Público acusa o Grupo Armilar Lusitano de planear uma série de ataques violentos. O alvo da fação incluía as mais altas figuras do Estado português e dezenas de personalidades públicas.

O Ministério Público acusa o Grupo Armilar Lusitano de planear uma série de ataques violentos. O alvo da fação incluía as mais altas figuras do Estado português e dezenas de personalidades públicas.
Alvos de alto perfil na mira do movimento
Os planos do grupo extremista envolviam atacar as residências do atual primeiro-ministro, do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e do antigo chefe de Governo, António Costa. A lista de potenciais vítimas estendia-se a 40 dirigentes políticos e 80 figuras de destaque na sociedade civil.
Capacidade de organização inédita em quatro décadas
O nível de ameaça gerado por este movimento não tem paralelo na história recente do país. O presidente do Observatório de Segurança Interna garante que é necessário recuar 40 anos, até à época das Forças Populares 25 de Abril (FP-25), para encontrar uma estrutura com uma capacidade operacional semelhante.





























