PUBLICIDADE
MUNDO

A ofensiva russa na Ucrânia provoca 23 mortos nas cidades de Kiev e Dnipró

Moscovo concretizou a ameaça de intensificar a campanha aérea contra o território ucraniano. Uma vasta vaga de bombardeamentos atingiu as cidades de Kiev e Dnipró durante a madrugada. O balanço trágic...

A ofensiva russa na Ucrânia provoca 23 mortos nas cidades de Kiev e Dnipró
Panoramas — Imagem Ilustrativa

Moscovo concretizou a ameaça de intensificar a campanha aérea contra o território ucraniano. Uma vasta vaga de bombardeamentos atingiu as cidades de Kiev e Dnipró durante a madrugada. O balanço trágico aponta agora para 23 vítimas mortais.

Destruição e caos em Dnipró

A cidade industrial de Dnipró registou o maior número de fatalidades. Um míssil russo atingiu e destruiu por completo um edifício residencial na zona centro-leste do país. As autoridades regionais confirmaram a morte de 16 pessoas e contabilizaram 42 feridos.

O autarca local, Boris Filátov, denunciou a tática das tropas russas. Segundo o responsável, Moscovo utilizou munições de fragmentação para maximizar as baixas entre civis e equipas de socorro no local.

Capital ucraniana sob fogo

A ofensiva também castigou fortemente Kiev. O presidente da câmara, Vitali Klichko, confirmou o óbito de sete pessoas na capital da Ucrânia.

Os serviços de emergência assistiram cerca de 90 feridos. Os hospitais de Kiev internaram 52 pessoas afetadas pelos ataques, incluindo duas crianças.

A dimensão do arsenal mobilizado

A Força Aérea ucraniana detalhou a magnitude desta operação militar. A Rússia disparou 73 mísseis, incluindo 33 projéteis balísticos, e lançou 656 drones de longo alcance. Moscovo não confirmou estes números no seu comunicado oficial.

O Ministério da Defesa russo defendeu que o ataque foi direcionado. A tutela russa alega ter visado empresas do complexo militar e industrial da Ucrânia, além de infraestruturas críticas em Kiev e noutras seis regiões.

O pretexto para a nova ofensiva

Este ataque maciço surge após Moscovo anunciar uma campanha iminente contra os centros de decisão de Kiev. A ameaça materializou-se nos últimos dias.

O Presidente russo, Vladimir Putin, justificou esta escalada de violência na segunda-feira. O líder do Kremlin afirmou que o conflito entrou numa nova fase após o ataque ucraniano contra uma residência universitária em Lugansk, a 22 de maio, que resultou na morte de 21 pessoas.

PUBLICIDADE