Montenegro recusa caos nos exames e ataca oposição no debate do Estado da Nação
O debate do Estado da Nação começou com Luís Montenegro a assumir perturbações na correção dos exames nacionais. O primeiro-ministro defendeu a transparência do processo e rejeitou qualquer cenário de...

O debate do Estado da Nação começou com Luís Montenegro a assumir perturbações na correção dos exames nacionais. O primeiro-ministro defendeu a transparência do processo e rejeitou qualquer cenário de caos nas escolas portuguesas.
A sessão ficou marcada por trocas de acusações entre as várias bancadas. Montenegro centrou o discurso na defesa dos seus ministros e criticou de forma dura o oportunismo político dos adversários.
Crise na Educação
O ministro da Educação enfrentou forte contestação parlamentar. Durante a sua intervenção, garantiu que 99,3% das provas estão corrigidas e apelou à colaboração dos professores.
A oposição não poupou críticas à gestão da tutela. O Livre exigiu que o Governo assumisse a má condução de todo o processo. Fora do Parlamento, a Fenprof declarou que o governante não tem condições políticas para manter o cargo.
Tensões e Rupturas
A relação com o Chega dominou grande parte do debate. Montenegro acusou o partido de André Ventura de se atirar para os braços do Partido Socialista para desestabilizar o Executivo. Em resposta, Ventura exigiu um líder focado em trabalhar pelo país.
A Iniciativa Liberal demarcou-se da troca de ataques. O partido acusou o PS, PSD e Chega de priorizarem jogos partidários enquanto o país afunda.
Economia e Fronteiras
A carga fiscal gerou novos embates no hemiciclo. O líder do Governo garantiu que a descida do IRS seria mais expressiva sem os acordos paralelos entre socialistas e o Chega. À esquerda, o PCP avisou que a insistência no pacote laboral provocará a derrota do Governo.
As regras de entrada no país encerraram os grandes temas em discussão. Montenegro afirmou que os cidadãos recusam o descontrolo migratório. O CDS apoiou a posição e sublinhou que a gestão de fronteiras sempre foi uma lacuna do anterior governo.




























