Duas unidades de cuidados continuados encerram em Lisboa
A região de Lisboa perdeu duas unidades de cuidados continuados, agravando uma crise que já mantém milhares de doentes retidos em hospitais após receberem alta médica.

Pressão sobre hospitais aumenta com encerramentos
A região de Lisboa perdeu duas unidades de cuidados continuados, agravando uma crise que já mantém milhares de doentes retidos em hospitais após receberem alta médica.
Quase três mil doentes sem alternativa
Nos últimos 12 meses, cerca de 3000 pessoas ficaram em unidades hospitalares apesar de estarem clinicamente aptas para deixar o internamento. A principal razão prende-se com a falta de vagas em estruturas intermédias de apoio.
O encerramento destas duas unidades reduz ainda mais a capacidade de resposta do sistema de saúde para doentes que necessitam de apoio pós-hospitalar, mas que não requerem cuidados intensivos.
Impacto na gestão hospitalar
A ocupação prolongada de camas por doentes que já receberam alta clínica compromete a capacidade dos hospitais para receber novos casos urgentes. Esta situação cria um efeito dominó que afeta toda a cadeia de cuidados de saúde na região da capital.
A ausência de respostas adequadas em cuidados continuados transforma os hospitais em estruturas de acolhimento de longa duração, desviando-os da sua missão primária de tratamento agudo.



























