UGT admite banco de horas com compensação de 50% e proteção a pais
A UGT está disposta a aceitar o regime de banco de horas, mas apenas se o Governo e as entidades patronais aceitarem as suas condições. A central sindical exige que os trabalhadores recebam uma compen...

Condições claras para aceitar a proposta
A UGT está disposta a aceitar o regime de banco de horas, mas apenas se o Governo e as entidades patronais aceitarem as suas condições. A central sindical exige que os trabalhadores recebam uma compensação extra de 50% quando o saldo de horas for favorável ao trabalhador.
A proposta apresentada pela UGT prevê ainda a isenção do banco de horas para pais com filhos pequenos, garantindo maior proteção a quem tem responsabilidades familiares.
Negociação direta com limitações
Embora a UGT admita a negociação directa entre trabalhador e empregador, defende que este modelo só pode ser aplicado após negociação prévia entre patronato e sindicatos. Esta posição visa garantir que os direitos laborais não sejam negociados de forma isolada.
Ponto crítico da reforma laboral
O banco de horas tem sido um dos temas mais complexos nas negociações do pacote laboral. A UGT entregou apenas duas propostas ao Governo e às confederações empresariais na reunião de segunda-feira, sendo esta uma das questões prioritárias.
As partes preparam-se agora para uma nova ronda negocial, numa altura em que a reforma da lei do trabalho continua sem consenso entre sindicatos e entidades patronais.



























