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POLITICA

Parlamento abre Estado da Nação com ataques de Montenegro e crise nos exames

O debate do Estado da Nação abriu com Luís Montenegro a lançar duras críticas à oposição. O primeiro-ministro centrou a sua intervenção inicial no combate ao que classifica como oportunismo político.

Parlamento abre Estado da Nação com ataques de Montenegro e crise nos exames
Panoramas — Imagem Ilustrativa

O debate do Estado da Nação abriu com Luís Montenegro a lançar duras críticas à oposição. O primeiro-ministro centrou a sua intervenção inicial no combate ao que classifica como oportunismo político.

Luís Montenegro apontou baterias diretas ao Partido Socialista e ao Chega. O líder do Governo acusou os socialistas de sofrerem de amnésia, por exigirem soluções rápidas para problemas que ignoraram durante oito anos de poder.

O primeiro-ministro criticou também o partido de André Ventura. Montenegro condenou as alianças parlamentares entre o Chega e o PS, garantindo que o país recusa voltar a um estado de estagnação e de captura ideológica.

Tensão na Educação domina atenções

A polémica em torno da correção dos exames nacionais assombra o debate no Parlamento. O tema domina as preocupações dos deputados e a contestação nas ruas.

Fernando Alexandre, ministro da Educação, garantiu que a quase totalidade dos exames já tem avaliação concluída. O governante revelou que a taxa de correção atinge os 99,3% e deixou um apelo à classe docente.

Fenprof pede demissão do ministro

A Fenprof não tardou a responder às declarações do Governo. A estrutura sindical acusa Fernando Alexandre de perder o controlo da situação e exige que o ministro assuma o fracasso político.

José Feliciano Costa, dirigente da Fenprof, classificou a atitude do Ministério como injusta e indigna. O sindicalista rejeita a culpabilização dos professores pelos atrasos.

Os representantes dos docentes asseguram que a plataforma informática falhou por incompetência governativa. A estrutura lembra que o Executivo ignorou os vários alertas dados durante a fase de testes, garantindo que foram os professores a evitar o colapso total do sistema.

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