Partido PAN enfrenta pressão interna para a demissão imediata de Inês Sousa Real
O PAN enfrenta uma crise interna sem precedentes. O movimento "Transformar para Crescer" quer afastar de imediato Inês Sousa Real da liderança do partido.

O PAN enfrenta uma crise interna sem precedentes. O movimento "Transformar para Crescer" quer afastar de imediato Inês Sousa Real da liderança do partido.
A exigência surge após o Tribunal Constitucional (TC) anular a eleição dos atuais órgãos dirigentes. A decisão afeta os resultados do último congresso nacional.
Nova corrida às urnas
Os opositores pedem a convocação urgente de um novo congresso. Exigem também que uma comissão independente estruture o ato eleitoral para garantir a total transparência.
Carolina Pia lidera esta fação e foi a principal impulsionadora da queixa no TC. A dirigente acusa a atual estrutura de bloquear a participação democrática dos filiados.
Críticas à atual direção
O grupo dissidente responsabiliza Inês Sousa Real pela degradação do projeto político. Apontam a perda de credibilidade junto dos eleitores e o agravamento das divisões internas.
Os críticos afirmam que a líder recusa assumir responsabilidades diretas. Acusam a porta-voz de justificar sistematicamente os maus resultados eleitorais com fatores externos.
Este movimento representa cerca de 30 filiados ativos e três dezenas de antigos militantes. Olham agora para o chumbo do TC como o momento ideal para refundar a estrutura do partido.
A decisão dos juízes
O acórdão do Tribunal Constitucional, redigido pela juíza conselheira Mariana Canotilho, declarou ilegais duas normas do regulamento interno. A medida invalidou as eleições para a Comissão Política Nacional e para a Comissão de Jurisdição Nacional.
Os magistrados esclarecem que não têm competência para obrigar o partido a marcar um novo congresso. O tribunal remete para os próprios órgãos internos a obrigação de repor a legalidade.




























