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POLITICA

Estados Unidos bloqueiam vistos a membros de grupos terroristas de extrema-esquerda

A entrada nos Estados Unidos está agora mais restrita para indivíduos ligados a redes terroristas de extrema-esquerda. O Departamento de Estado norte-americano ativou uma política de bloqueio de visto...

Estados Unidos bloqueiam vistos a membros de grupos terroristas de extrema-esquerda
Panoramas — Imagem Ilustrativa

A entrada nos Estados Unidos está agora mais restrita para indivíduos ligados a redes terroristas de extrema-esquerda. O Departamento de Estado norte-americano ativou uma política de bloqueio de vistos para travar ameaças e proteger a estabilidade do país.

Bloqueio à violência política

Marco Rubio, secretário de Estado norte-americano, confirmou as novas regras. A diretiva impede a entrada de estrangeiros envolvidos no financiamento, recrutamento ou apoio logístico a redes criminosas de extrema-esquerda.

O objetivo central é proteger o território e desmantelar campanhas de intimidação. Segundo o governante, estes grupos usam redes sofisticadas, explosivos e sabotagem económica para forçar alterações em políticas públicas e silenciar a oposição.

A decisão reforça o Memorando Presidencial de Segurança Nacional, focado no combate ao terrorismo interno e na interrupção da violência política organizada.

Cimeira global na capital

O anúncio surgiu durante a Reunião Ministerial sobre o Ressurgimento do Terrorismo Político, realizada em Washington. O evento juntou cerca de 70 delegações da Europa, da Ásia e do continente americano.

Marco Rubio aproveitou a ocasião para alertar para o perigo transnacional deste fenómeno. O responsável criticou a tolerância histórica face à violência de esquerda, muitas vezes justificada e protegida sob a capa de ideologias anticapitalistas.

A estratégia de Trump

A nova limitação de vistos segue a linha dura da atual administração. Em novembro passado, o Governo de Donald Trump classificou quatro organizações antifascistas europeias como grupos terroristas.

Antes disso, o líder norte-americano já tinha designado o movimento Antifa como uma organização terrorista doméstica, confirmando a estratégia de tolerância zero contra estas fações extremistas.

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