Pentágono aprova pacote militar de 8,7 mil milhões de euros face à escalada bélica com o Irão
O agravamento do cenário geopolítico levou o Governo norte-americano a aprovar uma injeção de 8,7 mil milhões de euros (10 mil milhões de dólares) na indústria de defesa. O Pentágono avança assim com ...

O agravamento do cenário geopolítico levou o Governo norte-americano a aprovar uma injeção de 8,7 mil milhões de euros (10 mil milhões de dólares) na indústria de defesa. O Pentágono avança assim com um vasto plano de rearmamento e modernização das forças armadas.
O pacote integra cerca de 30 projetos focados na produção de munições, bem como na construção de navios e submarinos. A decisão surge numa fase crítica para as forças dos Estados Unidos destacadas no estrangeiro.
Pensilvânia lidera produção militar
A execução do novo armamento vai concentrar-se no estado da Pensilvânia. A região funciona como um eixo central da defesa norte-americana e alberga instalações de gigantes do setor, como a Lockheed Martin e a General Dynamics.
A General Dynamics lidera o desenvolvimento da nova frota submarina. A empresa garantiu uma fatia de 2,2 mil milhões de euros deste pacote de investimento.
Donald Trump apadrinhou a estratégia durante uma visita recente à Pensilvânia. O Presidente norte-americano sublinhou a criação de mais de quatro mil postos de trabalho associados a estes contratos.
Na sua intervenção, o líder destacou o papel dos trabalhadores locais na construção de navios, armas e veículos militares. O objetivo passa por garantir a hegemonia militar do país a nível global.
Tensão máxima no Médio Oriente
O reforço do orçamento militar acompanha o aumento dos confrontos diretos na região do Golfo Pérsico. As forças dos Estados Unidos intensificaram os ataques contra infraestruturas militares do Irão.
Washington justifica as operações militares com a necessidade de proteger as rotas comerciais. O Governo norte-americano acusa o regime iraniano de ameaçar a navegação no estreito de Ormuz, uma artéria fundamental para o comércio internacional.
A retaliação não se fez esperar no Médio Oriente. Teerão direcionou a sua resposta militar contra bases e ativos dos Estados Unidos espalhados por países aliados, atingindo posições estratégicas no Bahrein, no Kuwait e na Jordânia.





























